A união entre o “faça você mesmo”, a arte digital e a tecnologia transformou as aulas de Introdução à Cultura Maker em uma verdadeira produtora audiovisual. Os alunos foram desafiados pelo professor Lucas a ir além da teoria e colocaram a mão na massa em um projeto que envolveu desde a construção física de um espaço até a exibição de uma obra autoral: a criação de uma sala de cinema e a produção de um mini filme animado.
O projeto foi dividido em duas grandes etapas, exigindo trabalho em equipe e pensamento criativo. Primeiro, as turmas assumiram o papel de engenheiros e designers para construir a própria sala de cinema. O processo de montagem do espaço físico trabalhou conceitos de planejamento, uso de materiais e espacialidade, pilares essenciais do movimento maker.

Com o ambiente pronto, o desafio passou para o mundo digital. Os estudantes utilizaram técnicas de animação em pixel art, aprendendo como imagens complexas e movimentos podem ser criados a partir do preenchimento estratégico de pequenos quadrados.
A tela do cinema, no entanto, fugiu do convencional. Os alunos utilizaram o hub tecnológico do kit robótico Spike Prime da LEGO Education como o visor oficial para a exibição de suas criações. Aplicando o que aprenderam sobre lógica de programação e design digital, eles desenharam e programaram a sequência de imagens diretamente pelo dispositivo. O resultado desse processo foi a “estreia” de um mini filme transmitido no próprio hub, assistido dentro da sala de cinema construída por eles mesmos.

Mais do que uma atividade lúdica, a experiência reforça como a Cultura Maker permite que os estudantes deixem de ser apenas consumidores de tecnologia para se tornarem criadores ativos. Ao projetar um espaço e programar uma animação, eles desenvolveram resolução de problemas, letramento digital e colaboração, habilidades fundamentais para o futuro.
